ORIENTADORES

Renata Sampaio (1988, Rio de Janeiro, RJ) é artista, educadora e curadora independente. Formada em Artes Cênicas pela UNIRIO, trabalha com diversas linguagens, tendo a performance e a videoarte como principais. Sua produção se relaciona a temas ligados ao corpo negro feminino, território e intimidade. Participou de exposições coletivas em cidades do Brasil, Portugal e Espanha. 

Possui 15 anos de experiência com mediação cultural, tendo atuado em diversos espaços e exposições no Brasil. Atualmente é coordenadora de mediação da 12° Bienal do Mercosul e coordenadora educativa da 3° edição de Frestas – Trienal de Artes de Sorocaba (SESC-SP). Carioca, atualmente reside em Porto Alegre.  

Larissa Macêdo (1984, Ponte Nova, MG) é crítica, curadora, pesquisadora, professora e publicitária. É doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, onde desenvolve uma pesquisa relacionada às práticas artísticas de mulheres afro-indígenas  nas redes sociais, e onde desenvolveu a pesquisa de mestrado “Poéticas do efêmero: novas temporalidades em rede a partir do Instagram Stories”. Além de realizar trabalhos relacionados à crítica e à curadoria de arte, também é professora dos cursos de Comunicação Social do Centro Universitário Belas Artes (SP), ministra cursos e oficinas com temáticas voltadas para as redes sociais digitais e participa do Grupo de Pesquisa Extremidades: redes audiovisuais, cinema, performance e arte contemporânea, coordenado por Christine Mello. Também é integrante do lab eXtremidades, que tem como objetivo fomentar processos de ativação de estudose encontros abertos ao público relacionados às novas estéticas, às práticas sociais e aos modelos de produção artísticos e multimídia. 

Demétrio Portugal (1976, Porto Alegre, RS) é curador e gestor cultural. Desenvolve plataformas culturais, de comunicação, e redes de articulação artística desde 2003. Hoje baseado em São Paulo, é diretor do AVXLab – Laboratório Audiovisual Expandido, iniciativa com ações que envolvem processo residências, publicações e um festival de mesmo nome. Trabalhou como curador e diretor artístico à frente da MatilhaCultural de 2008 a 2014. Inicializador da Rede Audiovisual Expandido ALTav. Foi curador da mostra Expressões da Revolução — sobre a primavera árabe — exposição multimídia que itinerou por São Paulo e Porto Alegre. Como produtor, realizou diversas mostras, festivais e exposições e intervenções ligadas, principalmente, às expressões contemporâneas do cinema, música, arte e tecnologia. Atualmente se dedica a criação de ambientes híbridos (online e offline) para desenvolvimento de linguagem artística e experiências de comunidade mediados por tecnologia audiovisual interativa.

Andrés Burbano (1972, Pasto, Colômbia) Como uma elipse com dois focos, meus interesses gravitam entre práticas criativas, por um lado, e a pesquisa teórica, por outro. Em relação à prática artística transdisciplinar, posso citar duas áreas principais de interesse em meu trabalho: a integração de problemas tecnológicos e computacionais no domínio das artes e a documentação digital utilizando técnicas de sensoriamento remoto do patrimônio arqueológico. No nível teórico, minhas principais áreas de interesse são a história cultural e artística da computação, STS, a arqueologia da mídia na América Latina e no Sul Global. Tenho publicações e registro de exposições de projetos ativos em todos esses campos.


Sou originário da Colômbia e me considero um artista de mídia e estudioso que trabalha na interseção de arte, ciência e tecnologia. Atualmente, ensino na Escola de Arquitetura e Design da Universidad de los Andes, em Bogotá, em tópicos como “Interação digital”, “IA, arte e design” e “Uso de dados civis”. Também sou professor visitante na Universidade do Danúbio, na Áustria, onde ensino tópicos relacionados à história da mídia e arqueologia da mídia.


Tenho estudos de pós-graduação na Espanha, Alemanha (ZKM) e EUA (Universidade da California). Meu Ph.D. em Artes e tecnologia de mídia culminou com a pesquisa sobre a história da tecnologia de mídia da América Latina. Atualmente, estou envolvido em várias iniciativas de pesquisa nacionais e internacionais (UCL, UCSC, Paris VIII, Universidade da Prata), sempre como artista de mídia que trabalha com tecnologia de maneira criativa e crítica.

Nathalia Lavigne (1982, Rio de Janeiro, RJ) é pesquisadora, jornalista, crítica de arte e curadora. É doutoranda no programa de Projeto, Espaço e Cultura pela FAUUSP, com estágio de pesquisa realizado na The New School (com bolsa PDSE), mestre em Teoria Crítica e Estudos Culturais pela Birkbeck, University of London, e graduada em Jornalismo pela PUC-RJ. Trabalhou como repórter em veículos como O Estado de S. Paulo, Folha de São Paulo e Veja São Paulo. Atua hoje como curadora e crítica de arte, escrevendo para veículos como Folha de São Paulo, Select, Artforum, Contemporary And, entre outros. Como curadora, já realizou mostras como “Against, Again: Art Under Attack in Brazil”, na Anya and Andrew Shiva Gallery (John Jay College, CUNY), em Nova York, em 2020, e diversos outros projetos em galerias e instituições em São Paulo. É bolsista CAPES/CNPq, integrante do Grupo de Pesquisa CNPq/FAUUSP Estéticas da Memória no Século 21 e do Laboratório para OUTROS Urbanismos, do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAUUSP.

Charlene Bicalho (1982, João Monlevade, MG) vive atualmente em São Paulo. Artista interdisciplinar transita sobretudo pela investigação-ação, fotografia, performance, intervenção, instalação e vídeo. Seu trabalho se concentra em investigações sobre histórias contra hegemônicas, memórias, identidades, estruturas de poder evocando um entendimento crítico e emocional do passado e propõe uma examinação profunda de estereótipos de gênero e raciais contemporâneos. Os deslocamentos cotidianos de seu corpo em contextos diaspóricos são os fios condutores de suas investigações. Idealizadora do Projeto Raiz Forte (2012-atual), local onde desenvolve uma prática processual alimentada por encontros e fazeres coletivos, em co-autoria com artistas negros. Apresentou trabalhos no MAC – Museu de Arte Contemporânea de Lima (Peru), Espaço Cultural Fort Grifoon (França), MAES – Museu de Arte do Espírito Santo (ES), MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul (RS), VALONGO – Festival Internacional da Imagem (SP), Teatro Espanca (MG), Teatro Universitário da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Gabriela Golder (1971, Buenos Aires, Argentina) Artista y co-directora de la Bienal de la Imagen en Movimiento (BIM).  Es además, curadora del ciclo de video y cine experimental del Museo de Arte Moderno de Buenos Aires.  Es profesora titular en la Carrera de Artes Electrónicas y en la Maestría de Tecnología y Estética de las Artes Electrónicas de la Universidad Nacional de Tres de Febrero y en la Universidad del Cine 

Su obra explora los conceptos de memoria colectiva, identidad y trabajo. Sus videos, películas e instalaciones, que han recibido varios premios, se han presentado en numerosos lugares de exposición y festivales de todo el mundo.

Entre otros premios recibió el Estado da Arte, en el 21a Bienal de Arte Contemporánea Sesc_Videobrasil, 2019; BA Sitio Específico, 2014; Ars Electronica-80+1 Project; el Sigwart Blum de la Asociación de Críticos de Arte de Argentina; el Media Art Award del ZKM, Alemania; el Primer Premio en el Salón Nacional de Artes Visuales; el Premio Videobrasil, Brasil; el gran Premio Videoformes, Francia y el Tokio Video Award.

Fue artista en residencia en el Banff Center, en el CICV Pierre Schaeffer, Francia; en el Schloss Balmora, Alemania ; en el Wexner Center for the Arts ; en la Chambre Blanche, en la RBHA, San Paulo y en Le Centquatre, París.

 

João Simões (1979, Rio de Janeiro, RJ) é curador, produtor cultural, artista e pesquisador. Desenvolve, com Cláudio Bueno, a plataforma Explode!  desde 2015. Participou de curadorias, falas públicas e performances em diversas instituições culturais no Brasil e exterior. Desenvolve o projeto de pesquisa em mídia e performance “Vera Verão”, em colaboração com a artista Aretha Sadick. Atualmente integra o programa de residência “How free are the arts?”, do Instituto Goethe, entre Brasil e Nigéria e o programa “Coincidências” da Fundação Pro Helvetia. É integrante do Grupo de Pesquisa Extremidades: redes audiovisuais, cinema, performance e arte contemporânea, coordenado por Christine Mello e do lab eXtremidades. Atualmente colabora com a plataforma de arte contemporânea 01.01 .

Dudu Tsuda (1979, São Paulo, SP) é artista multimídia, artista sonoro, músico, compositor, performer, produtor musical e professor do curso de pós-graduação em Música e Imagem da Faculdade Santa Marcelina. Fundador e diretor do selo de música experimental e arte sonora ALEA experimental. Doutorando pelo programa de Artes Visuais do Instituto de Artes da UNESP-SP (bolsista CAPES). Mestre pelo programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital PUC-SP (bolsista CAPES). Graduado em Comunicação em Multimeios PUC-SP. Realizou programas de residência artística, exposições, intervenções urbanas, performances e concertos em diferentes países como França, Japão, Colômbia, Bolívia, Espanha, Alemanha e Brasil em instituições como a 7ª. Bienal do Mercosul (Porto Alegre/Brasil), IX Biennal Siart of La Paz 2016 (La Paz/Bolívia), Centre Georges Pompidou (Paris/França), Cité Internationale des Arts de Paris (Paris/ França), L’institut Français (Tokyo/Japan), Tokyo Wonder Site / TOKAS (Tokyo/Japan), Museu de Arte Moderna de São Paulo (São Paulo/Brasil), Ville de Paris / Institut Français Résidences aux Recollets (Paris / França), ECCO :: Museo de Arte Contemporaneo (Cadiz / Espanha), Die Fäberei Showcase Dyeing / Schaufenster der Fäberei (Munique / Alemanha), Einstein Kultur Musik Theatre (Munique/Alemanha), Festival de la Imagen de Manizales (Manizales/Colombia), Itaú Cultural (São Paulo/Brasil), SESC São Paulo (São Paulo/Brasil), Paço das Artes (São Paulo / Brasil). Foi contemplado por diferentes prêmios no Brasil e no Japão pela realização de seus trabalhos e por colaborações com dança contemporânea e cinema, dentre eles ‘Melhor Trilha Sonora Original’ no 49o. Festival Internacional de Cinema de Brasília em 2016 e o ‘8o. Tokyo Experimental Festival’ – Tokyo Wonder Site / TOKAS em 2013. Integra a cia de dança contemporânea ‘Núcleo Artérias’ (www.nucleoarterias.com) desde 2001, tendo sido contemplado pelos prêmios APCA (2004 e 2008). Participa dos Grupos de Estudos: Extremidades, redes audiovisuais, cinema, performance e arte contemporânea, coordenado pela Profa. Dra. Christine Mello; GIIP, coordenado pela Profa. Dra. Rosangella Leote; Poética da Multiplicidade, coordenado pela Profa. Dra. Branca de Oliveira.

Marcus Bastos (1974, Bauru, SP) é coordenador do curso de Comunicação e Multimeios e professor do programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP. Autor de Limiares das Redes: escritos sobre arte e cultura contemporânea (Intermeios, 2014) e Audiovisual ao vivo: tendências e conceitos, dos órgãos de cor aos lives, com Patricia Moran (Intermeios, no prelo). Entre seus projetos recentes está o PUC no Paço, em parceria com Priscila Arantes. Foi curador de exposições e mostras em instituições como o CCBB, o MIS, o SESC e o Itaú Cultural, entre outros. Recebeu prêmios e financiamentos como Programa Petrobrás Cultural, ProAC, Autonomias del Desarollo (Transitio MX) e PIPEq, entre outros. Foi orientador de diversos artistas residentes nos programas Marginália LAB (projeto cultural independente realizado em Belo Horizonte) e LABMIS (no Museu da Imagem e do Som de São Paulo).